sem porque . . .
" Sem porquês, mudamente, se amaram, com os olhos e com as mãos, numa entrega profunda e mágica. Amaram-se no segundo olhar, no primeiro enlaçar das mãos, ou quem sabe bem antes o tenham sentido ao avesso e agora desvendavam a materialidade desse amor. Nada disseram, ao texto dos olhares apaixonados não cabia voz. "
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